segunda-feira, 2 de maio de 2011

Uma Lição de Vida - história da Maria Helena Mendes - 5ºC

Muito a propósito do tema que estamos a estudar, publico a história da Mª Helena sobre a importância de poupar água.
 

UMA LIÇÃO DE VIDA

O Daniel era um óptimo aluno a todas as disciplinas principalmente a Ciências da Natureza. Ele adorava ciências e quando crescesse queria ser um grande cientista que descobrisse algo que ninguém tivesse ainda descoberto.
Depois da aula de Ciências da Natureza o Daniel ficou muito surpreendido por saber que no mundo inteiro só existe 3% de água doce e que a água que resta (97%) é toda salgada. No meio de tanta água salgada só 3% é que é doce!
O Daniel, depois de um dia cheio de aulas, só pensava em chegar a casa, deitar a mochila em cima da cama, tomar um banho de imersão e depois ir almoçar. Nesse dia estava um calor abrasador, só apetecia mesmo tomar um banho e por fim relaxar um pouco, à frente da ventoinha que ele tinha na sua sala de estar. Enquanto ia pensando nisso lembrou-se do que a sua professora lhes tinha dito antes de saírem da aula: “Lembrem-se, a água não vai durar para sempre, poupem-na ao máximo!”. O Daniel ficou com essas palavras na cabeça durante um bom bocado e por fim decidiu que quando chegasse a casa deitar a mochila em cima da cama, tomar um belo duche rápido (os duches dele costumavam demorar imenso tempo, quase meia hora) e por fim almoçar.
Depois de o Daniel ter tomado o duche, de ter almoçado e de ter feito os TPCs, foi ao computador informar-se sobre a escassez de água que existia no mundo e veio a descobrir que desses 3% de água doce, 2% encontram-se em calotes polares e nos glaciares e 1% encontra-se no solo, nos seres vivos, na atmosfera, nos lençóis subterrâneos, nos lagos, e rios.
O Daniel resolveu fazer um cartaz em cartolina com a sua turma, com a professora de Ciências e com a professora de EVT sobre a água e sobre a dificuldade que nós iremos ter no futuro em adquirir água doce no mundo, se não a pouparmos.
A partir desse dia o Daniel e as turmas que colaboraram com ele no seu trabalho sobre a água, passaram a poupar mais água não só na escola mas também em casa.

domingo, 1 de maio de 2011

Solvente, Soluto e Solução - Experiência

Actividade Experimental

Solubilidade na água


 A água é um solvente de várias substâncias (soluto) que, ao dissolverem-se com ela, formam soluções (misturas de várias substâncias que não se distinguem umas das outras). Há substâncias que não se dissolvem na água.

Objectivo: Mostrar que há substâncias solúveis em água e outras que não são solúveis.

 Material:
Ø  5 Copos de vidro;
Ø  Sal;
Ø  Açúcar;
Ø  Azeite;
Ø  Areia;
Ø  Colher de chá;
Ø  Recipiente com água.

Procedimento:
1.      Colocar 1dl de água em cada um dos copos de vidro e identificá-los de 1 a 5.
2.      Colocar uma colher de chá de sal, açúcar, areia e azeite nos copos de vidro de 1 a 4 respectivamente.
3.      Misturar bem. Observar e registar.

Ponto de saturação de uma solução - Experiência

A solubilidade de um soluto num solvente é limitada pois há um ponto de saturação da solução, isto é, há uma quantidade limitada de soluto que se pode dissolver no solvente. O ponto de saturação da solução varia com a temperatura, isto é, quando a temperatura aumenta, consegue-se dissolver mais soluto.

Objectivo: Mostrar que na solubilidade de algumas substâncias na água, existe de um ponto de saturação e que este varia com a temperatura da solução.

Material:
Ø  3 Copos de vidro;
Ø  Sal;
Ø  Açúcar;
Ø  Lamparina;
Ø  Fósforos;
Ø  Colher de chá;
Ø  Recipiente com água.

Procedimento:
1.      Colocar 1dl de água em cada um dos copos de vidro e identificá-los de 1 a 3.
2.      Colocar uma colher de chá de sal e açúcar nos copos de vidro de 1 e 2 respectivamente.
3.      Misturar bem. Observar e registar.

4.      Colocar mais duas colheres de chá de sal e açúcar nos copos de vidro 1 e 2 respectivamente.
5.      Misturar bem. Observar e registar.

6.      Aquecer as soluções durante 5 minutos.
7.      Agitar. Observar e registar.

 Misturando soluções

 Registando resultados

terça-feira, 26 de abril de 2011

Ciclo da Água

A água é a única substância que existe na natureza em todos os três estados da matéria: sólido, líquido e gasoso. A coexistência destes três estados implica que existam transferências contínuas de água de um estado para outro; esta sequência fechada de fenómenos pelos quais a água passa do globo terrestre para a atmosfera é designado por ciclo hidrológico ou CICLO DA ÁGUA.

O ciclo da água inicia-se com a energia solar que incide na Terra. A transferência da água da superfície terrestre para a atmosfera, passando do estado líquido ao estado gasoso, processa-se através da evaporação direta, por transpiração das plantas e dos animais.

 A vegetação tem um papel importante neste ciclo, pois uma parte da água que cai é absorvida pelas raízes e acaba por voltar à atmosfera pela transpiração ou pela simples e direta evaporação. Durante esta alteração do seu estado físico absorve calor, armazenando energia solar na molécula de vapor de água à medida que sobe à atmosfera.


Dado a influência da energia solar no processo de evaporação, a água evapora-se em particular durante os períodos mais quentes do dia e em particular nas zonas mais quentes da Terra.


A água que atinge o solo tem diferentes destinos. Parte é devolvida à atmosfera através da evaporação, parte infiltra-se no interior do solo, alimentando os lençóis freáticos. O restante, escorre sobre a superfície em direcção às áreas de altitudes mais baixas, alimentando diretamente os lagos, riachos, rios, mares e oceanos.
 A infiltração é assim importante, para regular a vazão dos rios, distribuindo-a ao longo de todo o ano, evitando, assim, os fluxos repentinos, que provocam inundações. Caindo sobre uma superfície coberta com vegetação, parte da chuva fica retida nas folhas. A água interceptada evapora, voltando à atmosfera na forma de vapor.


O ciclo hidrológico atua como um agente modelador da crosta terrestre devido à erosão e ao transporte e deposição de sedimentos por via hidráulica, condicionando a cobertura vegetal e, de modo mais genérico, toda a vida na terra.

Processos:
  • Evaporação é a transformação da água do estado líquido para o estado gasoso à medida que se desloca da superfície para a atmosfera.
  • Condensação é a transformação do vapor de água em água líquida, com a criação de nuvens e nevoeiro, isto é, passa do estado gasoso para o líquido.
  • Solidificação ocorre quando a água passa do estado líquido para o sólido, isto é, congela.
  • Fusão ocorre quando a água no estado sólido passa ao estado líquido. 


  • Precipitação consiste nas gotas condensadas que caem sobre a superfície terrestre - chuva, neve ou granizo.
  • Infiltração consiste no fluxo de água da superfície que se infiltra no solo.
  • Escorrência - Escoamento superficial das águas na superfície terrestre, nomeadamente do solo para os mares.




20 000 VISITAS


Com apenas 6 meses de vida, o nosso blog há muito que ultrapassou os muros da nossa escola e até as fronteiras do país. Somos visitados por muita gente por esse mundo fora. Aqui ficam as estatísticas que falam por si.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

A Pinha Higrómetro - Relatório da Mariana Guedes - 5ºC

Na sequência de um trabalho solicitado para as férias da Páscoa, a Mariana produziu este excelente relatório:

RELATÓRIO DE ACTIVIDADE EXPERIMENTAL

Nome: Mariana Fernandes Faria Guedes
  
 Nº 14             Ano 5º           Turma C

 Relatório nº 4                                                                                                   Data: 17/04/2011

 Título: A PINHA HIGRÓMETRO

Material:
E 2 pinhas semelhantes, com as escamas abertas


E Um recipiente de vidro (onde caiba uma pinha)

E Água

Procedimento:

1. Coloquei uma das pinhas no recipiente de vidro com água.


2. Aguardei cerca de uma hora.


3.  Observei as duas pinhas e registei os resultados.


Observação:

Observei que a pinha que coloquei dentro de água, ao fim de alguns minutos começou a  fechar as suas escamas progressivamente. Ao fim de uma hora a pinha tinha as escamas completamente fechadas. A pinha que estava seca permaneceu com as escamas abertas.


Conclusão:

Concluí que as pinhas, na presença de água, fecham as suas escamas como forma de protecção das suas sementes (pinhão) visto as condições ideais para a sua germinação serem o tempo seco.
Desta forma poderemos comparar a pinha com um higrómetro, aparelho que mede a humidade existente no ar.

A Viagem de uma Sementinha - História da Ana Beatriz Perna - 5ºC

A viagem de uma sementinha

Era uma vez um girassol muito velhinho que estava no final do seu ciclo de vida. O vento arrastou-o e o girassol lá foi rebolando pela montanha fora, do cume até ao vale. As suas sementes iam-se soltando ao longo de todo o percurso e por ali ficavam à espera de germinar.


O velho girassol só parou debaixo da copa de um carvalho, mesmo ao lado de um ouriço que dormia profundamente num ninho de ervas, folhas e musgo.


      Entre as centenas de sementes que caíram do girassol, poucas  encontraram boas condições para germinar e para se desenvolverem. A última semente do girassol ficou mesmo debaixo da copa de um carvalho. O chão estava cheio de folhas mortas, de bolotas, musgo e ervas secas, o solo estava húmido.


       A sementinha teve sorte porque ficou debaixo das folhas.O ratinho do campo que por ali passou nem deu por ela, o esquilo também não, nem mesmo a sitela.

O pica-pau só comeu uma formiga distraída que por ali passou, o javali comeu as larvas de insectos de uma árvore morta, bolotas e cogumelos e o texugo uma minhoca, algumas lesmas e bolbos … Por sorte a raposa era carnívora!
E assim a sementinha passou despercebida durante todo o Inverno.






  Finalmente a Primavera chegou, a sementinha abriu, surgiu uma raiz, o caule cresceu rapidamente e a raiz enterrou-se mais profundamente. A sementinha finalmente germinou…

      
  
E deu origem a um bonito girassol!